Criando cenários!

Você cria cenários na sua casa?
Falo do resultado que a vibração da composição de objetos com cores e luzes pode favorecer na criação de um clima, bem como a soma dos elementos que instigue o sensorial além do visual, ou seja, a música, o aroma, a intenção e o próprio movimento que a natureza proporciona na cena, seja através do vento batendo nas folhas das árvores lá fora, do cantar dos pássaros, do fogo na vela, na lareira, na água da fonte.
É uma delícia propor algo que facilite vivenciar o ser e estar, no momento presente, no aqui e no agora!

Na trindade para melhor servir!

Criar nos faz vivos, independente da área de atuação!

Fazer nossa parte, ser o diferencial no mundo de atuação para atingir quem queira receber o nosso servir é Divino e assim co- criamos, cumprindo a nossa missão na trindade de virtudes, ou seja, vontade, sabedoria e amor.

E para melhor servir, hoje minha ferramenta de trabalho para criação do Projeto de Interiores tem sido o Programa do Sketchup, dando possibilidade de criar na 3D, podendo depois ficar mais real aplicando outras ferramentas.

Estamos recomeçando, viva 2020, na disposição do servir, além de Projetos de Interiores também  na Arquitetura, na Terapia de Ambientes ( Feng Shui + Radiestesia Genética + aplicação de conhecimentos da Geometria Sagrada + Geobiologia), na Terapia Pessoal ( Radiestesia Genética com agregados pessoais + Alquimia dos 7 raios).

Canto que inspira!

Você tem um canto em casa que te inspira?
Eu sentei por aqui e saiu …
Liberte – se da sua cruz
Revele a sua luz
São tantos sonhos …
Deixe que ele te conduz!
No peso do passado
No medo do chamado
Escondido, amarrado
Fingindo, mascarado
Existindo, sufocado.
Liberte -se da sua cruz
Revele a sua luz
São tantos sonhos …
Deixe que ele te conduz!
No outro, a ilusão
Espelhando confusão
Chega de tanto não
Aceita esse refrão
Acredita no perdão
E quando consciente
Percebendo essa corrente
Reprograme sua mente
Vibre esse presente
Revele a sua luz
Livre da cruz
São seus talentos…

Brilhe que ele te conduz!

Elevação através da Arte

A arte na arquitetura … a arte no design … a arte na decoração … a arte na fotografia … a arte na música … a arte na dança … há arte no belo, o belo na arte e suas expressões e o mais lindo de tudo, segundo Meishu Sama:

” O objetivo da fé é polir a alma e purificar os sentimentos. Existem (…) maneiras para conseguirmos isso: (…) pela soma dos méritos e virtudes e pela elevação da alma por influência da arte (…). Dentre elas, o caminho mais rápido é este último.”

Inspirada pela visita que fiz a joalheria da Monica Di Creddo que projetamos e que continua linda, cheia de arte e de novos projetos!

Transformação para Harmonia

Transformação para Harmonia!

Eu acredito na Harmonia e consequente atuação positiva dessa virtude na vida das pessoas que se beneficiarão através da transformação dos Espaços!

Sim, pode ser que você não disponha de recursos suficientes para uma grande transformação, mas uma assessoria de algumas horas com orientação de layout, cor e utilização dos seus próprios objetos em novos locais que vibrem em ressonância com os elementos corretos, podem ser uma boa opção para esse seu momento.

Bom, aqui, nessa foto do Antes e Depois, um exemplo desse trabalho que estamos desenvolvendo. A cliente tem usufruído do nosso trabalho de assessoria à distância, ela enviou fotos e medidas do local e me informou das necessidades dela e da família. E através dessas informações, com hora marcada vou desenhando e enviando desenhos e ideias a ela, sendo que o tempo e a necessidades dos desenhos é o cliente que estabelece, diferente de outras formas de trabalho, que também realizo, com preço fechado.

Nesse caso estamos projetando uma estante que irá dividir o Escritório da Sala de Tv, sugerindo sua continuidade para o móvel do Home theater, além de sugestões de tapete, tecidos, cortina, móveis e objetos em geral.

Penso que o Espaço que vibra harmonia, beleza, organização, limpeza e arte que afeta positivamente tanto o campo visual, como vibrações sensoriais  através do aroma, do som e das texturas ressoam essas benesses  para as pessoas que ali vivem e essas pessoas, por efeito de corrente, afetam as pessoas que entram em contato… é mágico!

Porque tudo que queremos ver transformado no macro, começa aqui, no micro!

O quarto estado da água!

Venho de um feriado em Gonçalves, terrinha mineira potencializada de energia e repleta de cachoeiras … de vivenciar a força das águas e tive o prazer de fechar  a noite com chave de ouro, já em São Paulo, com a peça: “ O Quarto Estado da Água”!

Águaaaa !!!

A peça dirigida pela talentosa e querida amiga Bia Szvat, com dramaturgia de Flávio Cafiero, estrelada por Kiko Pissolato, Anderson di Rizzi e Helbert Richers Jr e música ao vivo (violoncelo, acordeão e sax), nos faz refletir sobre os estados da água, num encontro de identidades sólidas, líquidas e gasosas,  através do ”retrato da vida de três homens que se encontram (podendo ser também a referência da busca da integridade perdida de um homem e seus ciclos de vida ou suas inseguranças) , desencadeando um mergulho nas suas memórias. “Os eventos relembrados passam pela descoberta da própria identidade, a partir da repressão e comportamentos não considerados masculinos (…) O preconceito diz que o masculino não pode manifestar sensibilidade ou outras característica consideradas femininas ou fracas.”

O quarto estado da água, que não é líquida, nem sólida, nem gasosa, nos remete a inquietação do homem contemporâneo que diante do machismo investiga o novo masculino, bem como novas formas de amar, fazendo um paralelo baseado no fato ainda pouco conhecido, do fenômeno causado pelo aprisionamento das moléculas de água no mineral berilo, encontrado na esmeralda.

E toda complexidade do texto é explorado no palco de forma criativa e leve, resgatando “a arte como entretenimento, espaço de reflexão e construção artística. O resultado é um espetáculo altamente atraente, uma comédia feita com humor corrosivo, diálogos bem esculpidos cheios de primeiras, segundas e terceiras intenções, repleto de musicalidade, tempos de reflexão para todo mundo que busca algum frescor na forma de se fazer teatro”

Reflexões minhas : Água no estado gasoso, líquido, sólido, plasma, molécula aprisionada, ondas altas, ondas moderadas, “n” estados, “n” personalidades, “n” ciclos …independente de tudo, em essência, tudo é Água … deve vir daí a frase “Somos todos um”!!!

Assistam a peça no Top Teatro até 18/06.e façam suas reflexões … eu adorei!!!

Os ingressos estão a venda pelo site: www.aloingressos,com.br .

Que venha o IV Congresso!

Em  novembro de 2012 aconteceu em São Paulo o III Congresso Internacional de Geobiologia e por esses dias o Facebook resolveu nos relembrar com um post que compartilhei na época e ” bateu” em mim uma “nostalgia” do que vivenciamos naqueles dias, que resolvi compartilhar novamente por aqui. Quem sabe o Allan Lopes, Selma Luiza Lopes e seus palestrantes se inspirem novamente, para que em 2017  São Paulo possa receber novamente esse lindo presente! Eu amei e posto aqui novamente uma síntese do que aconteceu naqueles dias.

O III Congresso Internacional de Geobiologia – Casa Saudável aconteceu dias 15,16 e 17 de novembro, em São Paulo e foi uma vivência maravilhosa e inesquecível !

O tema sobre sustentabilidade foi bastante explorado, levando em conta as diversas perspectivas da realidade, com fatores que envolvem emocional, criatividade, estética, valores, identidade, espiritualidade e outros, com uma abordagem mais integral, como palestrou o psicólogo Celso Nogueira.

O arquiteto André Buarque falou da importância de  levar consciência ambiental ao estudante de arquitetura, além de outros temas levantados também por Frank Siciliano, que mostrou exemplos de projetos construídos por ele, que a partir do design,  proporcionam melhor ventilação e iluminação, bem como a escolha dos materiais. A arquiteta Loredana Albieri exemplificou como a Bioarquitetura funciona na Itália e nos outros paises da Europa e Peter Van Lenger, com seus “divórcios” com supermercado, farmácia e casas de material de construção, mostrou que em Tibá e em outros locais, a consciência ambiental é vivida de maneira plena.

Robert Steller explanou sobre soluções para pontos que geram campos elétricos e eletromagnéticos e tivemos pesquisas realizadas pela bióloga Mônica Louvison que comprovam o efeito prejudicial dessas ondas negativas e suas consequências em nossa saúde.

Outro ponto abordado foi o diferencial de se oferecer a saúde e o bem estar como serviços agregados na arquitetura, como explanou tão bem a arquiteta Aline Mendes e para que, todo o benefício que o Feng Shui e a Geobiologia oferecem não pareça uma ilusão para alguns descrentes, trabalhos científicos foram apresentados, comprovando como a psicologia ambiental pode melhorar o habitar, conforme palestrou a arquiteta Angélica Rente e respectivamente comprovações para um ambiente mais produtivo conforme pesquisa do arquiteto Ormy Hütner Júnior.

O arquiteto Welton Santos lembrou a importância da humildade, no resgate da criança interior curada, para despertar o auto amor e consequentemente poder trabalhar para um bem maior, o nosso Planeta.

Carlos Solano começou sua palestra com um lindo poema e desenvolveu o tema sobre as traduções da Casa Natural e seus ensinamentos para purificar e abençoar o ambiente … emocionante !!!

Toni Backes falou sobre o paisagismo regenerativo para celebrar a vida, através do acaso projetado, contando com espécies já existentes no local, as que nascem espontaneamente e as novas a serem implantadas, levando em conta a biodiversidade … e falando em plantas, a terapeuta ambiental Sandra Siciliano conduziu uma meditação maravilhosa, onde todos puderam sentir-se árvore, conectando-se com a terra, sentindo a seiva e sintonizando com o simbolismo da imagem da árvore que cada um visualizou. A minha foi uma jabuticabeira que representa a alegria e o resgate da criança interior … nossa quanta sintonia !!! … recebi duas sementes de árvore para plantar codificadas de alegria … quantos presentes !!! … além de todos que já citei, ainda ganhamos : caneca ( para evitar usar copo plástico nos coffees ), essências para ambientes, apresentações musicais belíssimas como : Geosound, Citara e Quinteto de cordas, mesa redonda sobre sustentabilidade com os palestrantes e com o  paisagista convidado Raul Cânovas e Marcelus Oliveira, dança circular, novos amigos e um cerimonial do plantio de uma árvore com a intenção anotada no papel do que desejamos para o nosso Planeta … lindo demais !!!

Gratidão a querida Selma Luiza Lopes, a toda equipe da organização do evento, a todos os palestrantes, mas principalmente ao Allan Lopes por suas palestras com ensinamentos claros sobre o viver saudável, mas quero dar ênfase aqui pela sua iniciativa e determinação no Bem, no Belo e na Luz, no caminho da Unidade.”

Integração com a natureza, sustentabilidade,  consciência ambiental, bioarquitetura, respeito, cuidados, harmonia, saúde, unidade … aprendendo e praticando!

Vida, Cor, Luz e Movimento!

VIDA, COR, LUZ e MOVIMENTO!

A VIDA é a COR que você pinta e é no MOVIMENTO que expressamos a LUZ contida!

Com COR, LUZ e MOVIMENTO projetamos a vida a ser vivida!

No MOVIMENTO das mãos ativas, que observam a LUZ, a COR e a música, nasce a VIDA!

E foi numa festa que vi nos traços ao vivo de Achiles Luciano, expressões poéticas de alegria, projeções a partir de pequena polegada de tela expandindo grandes polegadas de VIDA, LUZ, COR, MOVIMENTO e porque não dizer  de som, nessas imagens que vibram boa música e amizade.

Namastê!!!

O primeiro de 2016!

Quero compartilhar aqui a alegria de ter escolhido que a minha passagem do ano pessoal e para 2016 acontecesse no Terra Luminous, em Juquitiba, na Proposta de Viver em ComUnidade.

Além de vivenciar na prática alguns temas que escrevo aqui no blog com categorias como: Arquitetura, Arte, Decoração, Geobiologia, Música, Organização, Harmonização, Paisagismo, Saúde e Sustentabilidade, todas essas atividades foram regadas com muito amor e união, que ficaram lindamente registradas no sensível e poético texto de Gabriel Aquino :

“Ai ai, quanta luz. Eu olho tudo isso e… não sei, mas desconfio.

Desconfio que o copo de água que eu tomei quando cheguei teve algum efeito desintoxicante, mais eficiente que um ano inteiro de sucos verdes ou uma semana de jejum. (…)

Dizem por aí que é importante tentar ser útil para os outros. Talvez seja por isso que algumas pessoas se empenhem mais que a maioria para viver em comunidade.

Comunidade. Com Unidade. Comum idade. É o tempo de tentar ser menos eu e ser mais nós. E assim ser mais eu. É meio doido, mas é assim. Eu sei, porque eu vivi seis dias disso. Seis dias luminosos. Na maior parte do tempo estava nublado, mas a luz transbordava das pessoas, que iam se chegando e se acendendo igual a vagalumes divinos. O sol pouco apareceu para nós, mas se fez presente pelo seu embaixador, o fogo, moldado em desenhos oníricos por um certo homem com seus braços de madeira.

O vento esteve presente, e mesmo assim o chamamos, algumas vezes, para elevar o nosso amor. Música é vento. De onde eu venho, o vento vem do horizonte, não sei se é assim em todo lugar, mas ele é soprado do além-mar, das bordas da terra, onde não da pra ver com os olhos nem chegar com o corpo. Nesse lugar luminoso eu tive certa comprovação dessa filosofia. Se é que filosofia se comprova, mas eu paguei pra ver. Paguei em vagalumes e vi o futuro. Quem me abriu a porta foi uma mulher, e que mulher, também luminosa, alguma prima de iemanja que caminha entre as florestas. Ao lado dela estava um fauno cerimonioso, cheio de vazios que propagam cuidado. Tinha também um outro que zelava pela verdade, já esse era cheio de silêncios, dono de uma carranca sorridente que afasta os maus espíritos.

Morava lá um casal de gente que pertence à boa gente que rareia nesse mundo, mas persiste e, discretamente, norteia todo o restante. Não posso esquecer dos gêmeos, o menino e a menina, que estão descobrindo as coisas da melhor maneira: mergulhando e ganhando distância com braçadas fortes e pernadas bonitas. Ahô! Ao cheiro e ao sabor! Ainda existem alquimistas! Já essa não se escondia sob a terra, mas caminhava sobre ela, ocupando sem querer os corações das pessoas em volta. Ela tem uma filha que inventa sentimento dentro das pessoas com os traços de tinta e imagem e ação.

Andava por lá, mas sem se decidir, uma andarilha de olhos pequenos, mas bem abertos, toda íntima da terra, aquela lá, com sua presença sorridente, dividindo e multiplicando. Por falar em dividir e multiplicar, tinham também as almas gêmeas, aquela que não é, mas está, e faz o que quer porque é assim que tem que ser e ensina sem querer porque, se você ver, é como fazem os melhores professores. Junto dela, um pássaro lunar que fala diversas línguas do coração. Fala não… Canta. Não posso esquecer daquela que conhece as formas do espírito, e cria estruturas de boa vontade e códigos universais. Ouço um chiado no meio da floresta, é o carioca do mato, e sua companheira, um espírito livre e dourado de paixão.

Eu queria falar de todo mundo, na verdade, mas não quero mais. Me exigiria um certo cálculo que atrapalha a poesia. As poesias. As trinta e tantas poesias que eu descobri nesses seis dias.

O mundo já não é mais o mesmo, assim como o ano que já passou. Existe esperança. Existe vida. Eu ressuscitei. Igual a Jesus, com Cruz e tudo. E fiz isso na boa companhia dos habitantes dessa floresta, dos que dançam e cantam sem motivo, dos que se acharam porque se perderam e que viveram e vivem assim, homo luminous, essa espécie diferente, graças a Deus. Gratidão é o que eu sinto. Que a gente se reencontre na fortuna caórdica desse planeta que se ajeita, devagarzinho, por momentos como esse. Gratidão.”

Só nos resta VIVER!

Há alguns anos, na minha adolescência, na vibe  da “ Paz e Amor”, conheci as letras e músicas de Beto Guedes e a sintonia foi imediata com o que  eu sentia e esperava da vida, das pessoas e de um mundo melhor.

Esse idealismo continua em mim até hoje e como a Primavera está aí , posto hoje no blog, depois de 6  anos, novamente essa música  Sol de Primavera, apenas com a  ressalva de substituir o APRENDER pelo VIVER.

Quando entrar setembro

E a boa nova andar nos campos

Quero ver brotar o perdão

Onde a gente plantou

Juntos outra vez

Já sonhamos juntos

Semeando as canções no vento

Quero ver crescer nossa voz

No que falta sonhar

Já choramos muito

Muitos se perderam no caminho

Mesmo assim não custa inventar

Uma nova canção

Que venha nos trazer

Sol de primavera

Abre as janelas do meu peito

A lição sabemos de cor

Só nos resta VIVER

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