Final do ano !

Nossa como passou rápido ! Dá pra levar um susto quando observamos as lojas, shoppings e ruas nos preparativos para o Natal.

E, ao mesmo tempo, também observo o movimento de pessoas, que nessa época,  entram em contato conosco, objetivando mudanças no espaço físico onde moram e consequentemente almejando mudanças internas pessoais, no intuito de renovação da vida.

Alguns fazem a programação com antecedência, para que essa passagem, de um ano para outro, coincida com sua nova casa, outros fazem sua listagem de pendências e sonhos para o ano que virá e muitas vezes, um dos itens, a casa, sua segunda pele, está presente.

Apesar de haver uma ansiedade para que a renovação coincida com o ano novo, eu acredito que sempre é tempo para mudanças, que mesmo sendo sutis como, por exemplo, uma mudança de layout, troca de tecido da poltrona, nova capa de almofada, pintura, … fazem uma enorme diferença, a energia renova e o entusiasmo move montanhas !

Amizade, palavra, respeito …

Desenhando o quarto do Gabriel, de 16 anos, essa música de composição de Milton Nascimento e Fernando Brant veio à mente, como um lindo resgate do adulto à sua criança interior.

“Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
Me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração

Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado, no meu presente, um Sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assusta o menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de Meia, Bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão”

Ressonância

Abri as janelas, o sol entrou, o ar se renovou,

cortinas ao vento !

Do aromatizador, a lavanda exalou,

hum, que frescor !

O colorido, por conta das flores, ficou,

lindo de se ver !

Para equilibrar a vibração, Geosounds tocou,

bom de se ouvir !

E só isso já sutilizou !

Seus moradores felizes e gratos estão,

e como estão … uma corrente se formou.

De 4, foi pra 8, de 8 pra 16, de 16 pra 32 …

E agora somos,

ressonâncias de luz, paz e amor.

Geosounds : Melodias para a terra por Allan Lopes

Menina de lua e estrela

Inspirada na Giulia, minha cliente de 12 anos e o seu pedido de um espelho tipo camarim, para se maquiar e curtir os seus sonhos … no seu quarto, acionou em mim, a minha menina adolescente, com sonhos certamente diferentes, porém cheios de brilho, de luz, de poesia … simbolizados pelo anel de lua e estrela, tão bem cantado por Caetano Veloso :

” Menina do anel de lua e estrela
Raios de sol no céu da cidade
Brilho da lua, noite é bem tarde
Penso em você, fico com saudade
.

Manhã chegando, luzes morrendo
nesse espelho que é nossa cidade.
Quem é você?
Qual o seu nome?
Conta pra mim, diz como eu te encontro.
Mas deixa o destino, deixe ao acaso…
Quem sabe eu te encontro
de noite no Baixo?
Brilho da lua, noite é bem tarde…
Penso em você, fico com saudade “

Toque terapêutico

“Contatos básicos, como o carinho e o afeto, bem como o toque terapêutico, são recebidos através da pele. À medida que as terminações nervosas são estimuladas, sinais são enviados para o cérebro, propiciando relaxamento, sensação de bem-estar e de alívio da dor. Como consequência, o indivíduo passa a ter uma percepção melhor do seu corpo, de suas emoções e sentimentos, o que facilita sua relação consigo mesmo e com o mundo que o cerca. O toque é uma das principais necessidades do animal, seja ele racional ou irracional, e tem sido usado como terapia desde as civilizações mais antigas. Alguns estudos demonstram a importância do contato físico para os recém-nascidos e no desenvolvimento dos primatas. É sabido, por exemplo, que macacos jovens privados de convívio próximo sentem dificuldade em se relacionar e que a ausência do toque produz irritabilidade e depressão nas crianças. Além dos indianos, os chineses, os egípcios, os mesopotâmicos, os gregos e os romanos utilizavam a massagem como instrumento de cura. A massagem é um método de tocar, pressionar, friccionar e amassar diversas regiões do corpo, a fim de aliviar a dor, relaxar, estimular e tonificar os músculos, tendões, ligamentos e articulações. Tem como finalidade promover o equilíbrio e o bem-estar físico, mental e espiritual.”

Esse é um trecho do livro : Yoga Massagem Ayrvédica – A transformação pelo toque, da jornalista e terapeuta corporal  Alda Martinelli, que aperfeiçoou sua técnica diretamente com a mestra Kusum Modak, na India.

  Estou  projetando a nova  Sala de Massagem da Alda, localizada na Vila Nova Conceição e  recomendo, pois sou super fã do seu toque terapêutico.