Tudo para desfrutar a natureza

 

O programa dos clientes é integrar a casa pré-fabricada existente à uma área de lazer com piscina, churrasqueira, forno à lenha e sala de refeições.

A casa possui uma varanda que dá vista para várias árvores frondosas, que apesar de serem muito bonitas, impedem a visão mais ampla para o restante da chácara, bem como para a área verde preservada de Mogi das Cruzes. Este obstáculo deu origem aos primeiros insights, quando projetamos um deck suspenso sob a copa das árvores, ligado à casa por uma passarela.

O deck suspenso possibilita desfrutar a vista privilegiada sob a sombra das árvores, bem como proporcionar cobertura para o carro dos proprietários.

A piscina e a raia envolvem a sala de refeições que foi projetada sob a passarela e que integra uma área anteriormente desprezada e que agora assume a função de ” cozinha de fazenda” ( com forno à lenha e churrasqueira) , salão de jogos e vestiário.

Veja  alguns desenhos deste projeto.

“Hall”- separando dois mundos.

Nos tempos pré- históricos, em que a sociedade nem mesmo existia, o homem já delimitava o seu território. Desde então, a entrada constitui a noção do espaço mais importante.

É o primeiro eixo de oposições do espaço arquitetural, utilizado para separar dois mundos ( o externo e o interno) e dois modos de ser: o profano, e o íntimo ( ou sagrado).

O Vestíbulo de entrada (” Hall” ) ou Átrio protege a intimidade do movimento das ruas, sendo concebido como um “redutor de velocidade”, necessário à acomodação do olhar e do passo a uma nova situação. Essa é uma das funções da “transição de entrada”, que pode expressar-se por uma solução espacial, por uma mudança do nível do piso, mudanças de sons, de direção, de superficie, de panorama. Ao entrar em casa, a pessoa deveria amoldar-se a um espírito intimista, e relaxar, liberando a tensão e o distanciamento próprios da conduta nas ruas. A entrada cria em nossa mente a transição psicológica, e nas residências que dispõem desse tipo de espaço os ambientes internos são mais preservados.

Referência Bibliográfica – Alexander, C. F.-1980.

Prosperar é mover o Dom

” No oriente, o Feng Shui é a ciênca que trata a vida humana através da casa. No ocidente, uma versão moderna dessa técnica deu uma interpretação nova a um símbolo antigo,o baguá (ba=oito, guá=setores):uma ferramenta imaginária criada para ordenar o mundo. Nela, vemos refletida a alma humana.
O que se ensina normalmente é usar símbolos (ou curas) nos setores mais necessitados do baguá quando projetado sobre a planta da casa. Na seção Prosperidade, por exemplo, pode-se escrever as metas de vida ou colocar imagens expansivas, como paisagens e flores. Das sete cores do arco-íris, três tem a ver com prosperidade e podem ser inseridas no local ou usadas em roupas ou acessórios. O vermelho, a cor do empenho e da vitória. O verde, que impulsiona o crescimento. O violeta, que favorece a intuição e atrai novas idéias.
A função das curas é despertar um novo estado de ser, que possa, aos poucos, permear a casa e transformar a vida. Mas não se pode depositar todas as esperanças nas soluções externas, que só valem se as atitudes e os pensamentos forem também modificados.
Por isso, temos que decifrar melhor a mensagem do setor Prosperidade e entender oque diz o trigrama…o símbolo de três linhas. No caso, temos o vento, que significa fruição, movimento e expansão. Além disso, é bom saber que cada setor do baguá depende do bom funcionamento dos anteriores. Siga o desenho.Para alcançar a Prosperidade, é preciso, antes, clarear a Missão de Vida, investindo em Autoconhecimento e superando as crises e os desafios com o apoio da Familia(amigos ou terapeutas).
Prosperar, então, é mover o Dom, os talentos, os ideais, e investir em uma vida verdadeira “

 Texto de Carlos Solano para Bons Fluidos

Edifício internacional do ano

Prédio em Milão é escolhido como “edifício do ano”
O novo prédio escolar da Universidade Luigi Bocconi, em Milão, foi escolhido o edifício internacional do ano pelo júri do 1º World Architecture Festival (WAF). O projeto, desenhado pela equipe irlandesa Grafton Architects, venceu outros 16 finalistas – entre eles, prédios desenhados por Norman Foster, Zaha Hadid, Snøhetta e Coop Himmelb(l)au.
“No oitavo minuto da apresentação, vocês mostram o cartão amarelo”, disse Paul Finch levantando a mão direita, segurando um pedaço de papel idêntico aos que usam os árbitros de futebol. Falante, Finch vestia um blazer preto amarrotado que parecia confortável para seu porte corpulento. Coordenador do 1° WAF, ele é o editor da Architectural Review, centenária publicação especializada inglesa. Assumiu o cargo há quatro anos, com a aposentadoria de Peter Davey, que dirigiu a publicação por 25 anos. “No décimo minuto, é a vez do vermelho, a campainha toca e vocês encerram a apresentação imediatamente”, afirmou, fazendo o mesmo gesto com o cartão que tirou risos da platéia. Quem o escutava era o júri do World Architecture Festival, formado por reconhecidos arquitetos e professores (como Massimiliano Fuksas, Peter Cook e Will Alsop) e profissionais da mídia especializada de todo o mundo (de revistas como a italiana Abitare, a norte-americana Architectural Record e a espanhola El Croquis). Do Brasil, a convidada foi a PROJETO DESIGN.

Veja galeria de fotos dos outros finalistas